É uma “tradição” que já ninguém dispensa. Em Soure, no próximo dia 3 de Março, o Clube Tracção Total Aventuras junta “um grupo de amigos” e proporciona momentos diferentes aos utentes da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) local, com o habitual (já lá vão 17 anos!) passeio todo-o-terreno.

Sexta-feira (9), 10h30. Data marcada para a folia sair às ruas da vila de Soure, naquele que é anunciado como o maior cortejo infantil da região. “As maravilhas de Soure” é o tema da edição deste ano, de um evento organizado pela Câmara Municipal, com o apoio da Junta de Freguesia local e Agrupamento de Escolas Martinho Árias, entre outras entidades.

Tem apenas dois(!) elementos a associação de defesa dos animais que nas últimas duas semanas alcançou mediatismo após a publicação de um vídeo de menos de dois minutos, de um homem a abandonar um cão no canil da Sourepatas, atirando-o por cima da rede e fugindo de seguida. O filme captado através do sistema de vigilância das instalações tornou-se viral nas redes sociais e deu a conhecer ao país, além do acto deplorável, a existência daquela associação fundada em Soure em 2015.

A Câmara de Soure avança para 2018 com o maior orçamento municipal dos últimos seis anos, fruto das candidaturas a fundos comunitários que fazem disparar os valores do documento estratégico para 18.315.350 euros, o maior montante desde 2012 e quase 16 por cento superior a 2017.

O Grupo Desportivo Sourense (GDS), que este fim-de-semana assinala o 70.º aniversário, ambiciona novas infra-estruturas para possibilitar a melhor prática do desporto às camadas jovens do clube.

Foram anos de intenções e 18 longos meses de espera, mas a obra está finalmente concluída e Tapéus festeja este domingo (17) a reabertura da sua igreja paroquial, alvo de profunda intervenção e restauro.

“Está no bom caminho para que seja desta”. A esperança feita convicção é de Telmo Silva, um dos muitos produtores de arroz do vale do rio Pranto há três décadas à espera que avance a obra de aproveitamento hidroagrícola do Baixo Mondego naquela zona. E pode mesmo ser desta. É que, finalmente, existe a indispensável e decisiva componente financeira: uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2014-2020, na ordem dos 25 milhões de euros, foi aprovada, tornando possível a sua concretização.