Nem tudo o que parece é ou não há milagres. Portugal tem progredido, a economia está a mexer mais e quem está nas empresas percebe isso por várias razões. Seria inevitável que após um período de enorme contracção,  o crescimento económico aparecesse. Aliás, já tinha aparecido em 2015 e é suposto que continue nos próximos anos. Do lado das contas públicas, o défice desceu de 11 por cento, em 2010, para cerca de 2 por cento, em 2017, o que é obviamente relevante. Sabemos que o actual governo empurrado pelos partidos de esquerda, diminuiu a carga horária dos funcionários públicos de 40 para 35 horas semanais, foram devolvidos alguns dos cortes do tempo da Troika, bem como um esforço enorme para ir mantendo sensivelmente tudo como estava porque não há clima para continuar a reformar a máquina pública.

Antes de mais, uma vez que se trata de datas significativas para a comunidade local, permitam-me que lembre a todos os condeixenses que, em 1219, o topónimo “Condeixa Nova” nos aparece mencionado, documentalmente, que saibamos, pela primeira vez. O texto em Latim e a sua tradução foram por mim publicados na obra editada pela Câmara Municipal de Condeixa e pela editora Afrontamento em 2014 (“Condeixa, Lugar de Grande Estrada. Quadros para a sua História”, pp. 255-56). Significa isto que Condeixa-a-Nova irá decerto comemorar proximamente, em 2019, os 800 anos da sua existência (documentada).

A tragédia de Pedrogão marcará para sempre a história do nosso Portugal. O acontecimento correu mundo, literalmente, colocando as florestas de Portugal e o Pinhal Interior, no centro de todas as atenções porque morreram várias dezenas de portugueses. Como foi possível? Não há solidariedade que apague o sofrimento daquelas famílias e amigos. Lamento, mas não há, apesar de todos, cada um da sua forma, já termos agido ou ajudado.

Vão decorrer a partir do dia 20 de Julho as tradicionais Festas de Santa Cristina, Padroeira de Condeixa. Evento religioso tem também o lado profano com os tradicionais espectáculos musicais e de diversão.

O Estado tem funções essenciais para o normal funcionamento de um País. A saúde, a educação, a diplomacia, a justiça, as forças armadas, a administração interna, incluindo polícias e bombeiros, são exemplos disso. Portanto, o Estado é mesmo fundamental.

“Tenho cá para mim que se a gente deseja uma coisa com muita intensidade, ela acaba por acontecer. É claro que não estão incluídos neste convencimento os jogos de fortuna ou de azar! Essas coisas são criação do diabo e bem sabemos que ele está sempre atrás da porta, preparado para nos desfeitear. Eu que o diga! Jogo todas as semanas o meu singelo boletim do euromilhões e a única coisa que me sai, é o dinheiro do bolso! Contudo, ainda tenho esperança de um dia me calhar uma carrada de euros que até vou ter necessidade de contratar pessoas para contá-los todos. Partirei então, regaladinho, para uma viagem à volta do mundo, que foi coisa com que sempre sonhei.

Numa aldeia vivia uma mulher bastante idosa, que raramente se lavava. Como não tomava banho usualmente, andava sempre a cheirar mal e com o rabo mal lavado. As crianças da localidade quando passavam por ela proferiam obscenidades ou gozavam-na de modo agressivo. Um dia, uma dessas crianças ao implicar com ela, viu a senhora a levantar a saia e a tirar à sua cara fezes, o que o conduziu, dorido, ao protesto, dizendo: